Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir.
Sentir tudo de todas as maneiras.
Sentir tudo excessivamente...
Porque todas as coisas são, em verdade excessivas.
E toda a realidade é um excesso,
uma alucinação extraordinariamente nítida.
Que vivemos todos em comum com a fúria das almas,
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