E ainda bem que não sou.
Porque todo mundo pode escolher o caminho mais fácil, mas eu escolho o que faz sentido para mim.
Todo mundo pode viver de aparências, mas eu prefiro a verdade — mesmo que ela me desafie.
Todo mundo pode se conformar, mas eu continuo buscando, aprendendo, crescendo.
Ser “todo mundo” é abrir mão de quem você realmente é.
E eu? Eu escolho ser inteira, mesmo que isso signifique ser diferente.
Porque no final, quem vive para ser todo mundo, acaba não sendo ninguém.
San✨💞
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